One more time i saw you,
One more time i was disapointed.
You said to me nothing new,
But still you have me enchanted.
Enchanted to your beautiful smile,
That follows me in this life.
Enchanted to your soft kiss,
That guides me through the night.
Oh, how i wish you'd love me,
Cos' i love you more than you want to see.
Guarda, 27 de Janeiro de 1994
05 novembro 2003
Musa Inspiradora
Já que ela tanto insiste,
À minha Musa Inspiradora
Vou cantar eu desta forma,
Pois homem algum lhe resiste,
Um cantico de pássaro ferido,
Um muito sentido obrigado
Por me ajudar em meu fado,
Na mágoa, no desatino.
Por ouvir meus devaneios,
Sempre tão negros e feios
Gravado está em meu corpo
O calor do teu sorriso.
Se no tempo impreciso,
Não se apaga com um sopro.
Desenhada levo a fala,
As palavras perecíveis
E os jeitos imperceptíveis
Que te traem a falsa calma.
Eis a cabana que te fiz,
Caiada com o pó do giz.
Braga, 5 de Novembro de 2003, 3:06
À minha Musa Inspiradora
Vou cantar eu desta forma,
Pois homem algum lhe resiste,
Um cantico de pássaro ferido,
Um muito sentido obrigado
Por me ajudar em meu fado,
Na mágoa, no desatino.
Por ouvir meus devaneios,
Sempre tão negros e feios
Gravado está em meu corpo
O calor do teu sorriso.
Se no tempo impreciso,
Não se apaga com um sopro.
Desenhada levo a fala,
As palavras perecíveis
E os jeitos imperceptíveis
Que te traem a falsa calma.
Eis a cabana que te fiz,
Caiada com o pó do giz.
Braga, 5 de Novembro de 2003, 3:06
04 novembro 2003
Acredito
Acredito,
Do mais profundo do meu ser
Ao mais minusculo átomo da minha existência.
Não vejo outra maneira
De viver, sem que uma idéia
Fixa, sempre presente, permanente,
Exista no meu errante pensamento,
Viva no mais recondito canto da minha alma.
Aliviando-me, forçando-me a continuar.
E por mais que o caos em que vivo,
A continuada traição que me vitima,
O horror que me inunda incessantemente,
E a dor que diariamente me aprisiona,
Se fechem em meu redor, asfixiando-me,
Eu continuo na perseguição do meu objectivo,
Atacando e caindo nesta gigantesca batalha.
Mas sempre levantando-me,
Sempre recuperando forças,
Só porque acredito
Que tu me esperas.
Do mais profundo do meu ser
Ao mais minusculo átomo da minha existência.
Não vejo outra maneira
De viver, sem que uma idéia
Fixa, sempre presente, permanente,
Exista no meu errante pensamento,
Viva no mais recondito canto da minha alma.
Aliviando-me, forçando-me a continuar.
E por mais que o caos em que vivo,
A continuada traição que me vitima,
O horror que me inunda incessantemente,
E a dor que diariamente me aprisiona,
Se fechem em meu redor, asfixiando-me,
Eu continuo na perseguição do meu objectivo,
Atacando e caindo nesta gigantesca batalha.
Mas sempre levantando-me,
Sempre recuperando forças,
Só porque acredito
Que tu me esperas.
All Falls Apart
Darkness falls.
So does my heart, cold.
Though young, once merry,
Now bitter and old.
For the one it belongs
Seems far, away from reach.
Raindrops fall.
So are my eyes, wet.
If once from happyness,
Now they're only sad.
For the only one they see
Is in love, but not for me.
Fog falls.
So is my head, cloudy.
Times were then clear,
Now the thoughts are fuzzy.
For they're all for her,
But her doesn't care for them.
Thus, also i fall apart.
Braga, 3 de Novembro de 2003, 4:47
So does my heart, cold.
Though young, once merry,
Now bitter and old.
For the one it belongs
Seems far, away from reach.
Raindrops fall.
So are my eyes, wet.
If once from happyness,
Now they're only sad.
For the only one they see
Is in love, but not for me.
Fog falls.
So is my head, cloudy.
Times were then clear,
Now the thoughts are fuzzy.
For they're all for her,
But her doesn't care for them.
Thus, also i fall apart.
Braga, 3 de Novembro de 2003, 4:47
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