Oiço a chuva na rua, lá fora, a brincar,
E crio em mim, de novo, a tua imagem.
Que agora não mais é uma miragem,
Antes sonho de que não quero acordar.
Fecho os olhos e de novo me revejo
Ao teu lado, onde sinto que pertenço.
Encontro a paz e um fogo tão intenso,
Amor sereno e ardente desejo.
Sonho agora com teus longos cabelos
Onde sempre se perdem minhas mãos,
Que tanto gostam de andar a percorre-los.
Ser contigo feliz é o meu mais terno ensejo,
E não foram os meus sonhos vãos,
Pois desperto para o presente com teu beijo.
Braga, 31 de Março de 2004, 3:38
01 abril 2004
09 março 2004
Velhos Amigos, Novos Rumos
Lembras-te de um dia te contar
Que outra rota irias navegar?
Pois não há rumo sem escolhos,
Sem baixios onde encalhar.
E se agora choram teus olhos,
A maré alta os irá secar.
E se nova rota tens agora de tomar,
Deixando-me sem ti em alto-mar,
Voltarei a estar contigo em bom porto,
Noutros molhes nos iremos encontrar,
Onde o destino não será tão torto,
Onde será mais fácil aportar.
Braga, 9 de Março de 2004, 4:45
Que outra rota irias navegar?
Pois não há rumo sem escolhos,
Sem baixios onde encalhar.
E se agora choram teus olhos,
A maré alta os irá secar.
E se nova rota tens agora de tomar,
Deixando-me sem ti em alto-mar,
Voltarei a estar contigo em bom porto,
Noutros molhes nos iremos encontrar,
Onde o destino não será tão torto,
Onde será mais fácil aportar.
Braga, 9 de Março de 2004, 4:45
08 março 2004
Parabéns
Mostraste-me a vida, e um amor infinito.
As minhas palavras têm a tua alma.
E sempre acodes quando me sentes aflito.
Se te escrevo agora, em sossego,
Às tuas mãos, que sempre me guiaram
Onde cheguei, onde irei, a ti o devo.
Parabéns, Mãe.
Braga, 8 de Março de 2004, 2:38
As minhas palavras têm a tua alma.
E sempre acodes quando me sentes aflito.
Se te escrevo agora, em sossego,
Às tuas mãos, que sempre me guiaram
Onde cheguei, onde irei, a ti o devo.
Parabéns, Mãe.
Braga, 8 de Março de 2004, 2:38
O Teu Eu
Deste-te a conhecer, noite dentro,
Ouvi teus sonhos, histórias, ilusões.
Como quem a alma pinta numa tela,
Assim tu me mostraste a tua vida,
Simples, como tudo em ti, que és bela.
Vi teus medos, as razões do teu pranto,
As vitórias, problemas, soluções,
Noites tristes, choro, lágrimas caídas,
Dores, risos e amores, e na partida,
Agradeci-te as palavras, tão sentidas.
Braga, 8 de Março de 2004, 2:31
Ouvi teus sonhos, histórias, ilusões.
Como quem a alma pinta numa tela,
Assim tu me mostraste a tua vida,
Simples, como tudo em ti, que és bela.
Vi teus medos, as razões do teu pranto,
As vitórias, problemas, soluções,
Noites tristes, choro, lágrimas caídas,
Dores, risos e amores, e na partida,
Agradeci-te as palavras, tão sentidas.
Braga, 8 de Março de 2004, 2:31
06 março 2004
The Dog And The Bone
I am just a simple bone.
Won't you be my puppy,
Grab me and take me home?
I'm a bone with good meat.
Will you have a bite,
Hold me between your feet?
I'm a bone so sweet and fresh.
Enjoy me while you want,
Don't put me in the trash.
Bury me in the earth
To keep me safe and sound
Don't let the others search
For i am just for you,
A sweet bone good for life.
Will you be for me too?
Braga, 5 de Março de 2004, 19:51
Won't you be my puppy,
Grab me and take me home?
I'm a bone with good meat.
Will you have a bite,
Hold me between your feet?
I'm a bone so sweet and fresh.
Enjoy me while you want,
Don't put me in the trash.
Bury me in the earth
To keep me safe and sound
Don't let the others search
For i am just for you,
A sweet bone good for life.
Will you be for me too?
Braga, 5 de Março de 2004, 19:51
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