Diz que dá
Louca!
Não vê
Nada mais que a dor.
Ignora
A ruptura,
O descalabro da terra,
Os ladrões
No seio dela.
A solidao de se ser uma
Única
E ver a sua meta
Afastar-se
Da própria razão de existir.
Passa a servir
Uns só.
Está pobre.
Está velha.
Esta sentida.
A África
(Minha) Amiga.
Haverá talvez quem se lembre de uma campanha de solidariedade com este nome. Inspirado pelo nome e pela situação que se vivia em África naquela altura (e que ainda se vive), escrevi este poema, na Guarda, em 1993. É pena pouco ter mudado.
29 Outubro 2003
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)


0 comentários:
Enviar um comentário